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Vitória Soares: conheça a modelo e influenciadora kids de Angra dos Reis
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Vitória Soares: conheça a modelo e influenciadora kids de Angra dos Reis

Entre fotografias, vídeos, dança, brincadeiras e uma curiosidade que transforma tudo em descoberta, a modelo e influenciadora kids de Angra dos Reis começa a construir uma trajetória em que ambição e infância caminham lado a lado — com a mãe, Cintia, como

Vitória Soares: aos cinco anos, ela já sabe que sonhar também exige coragem

Aos cinco anos, Vitória Soares inicia sua trajetória como modelo kids e influenciadora digital, com apoio da mãe, Cintia, e o sonho de construir uma carreira como modelo e artista.

Há uma cena pequena, quase doméstica, que ajuda a compreender Vitória Soares antes mesmo das fotografias profissionais, dos vídeos e da ideia de uma carreira. Ainda muito pequena, ela gostava de se arrumar, experimentar maquiagem e calçar os sapatos da mãe. Era uma brincadeira infantil, dessas que começam diante de um espelho e terminam em risadas pela casa. Cintia observou aquela curiosidade se repetir até perceber que não se tratava apenas de gostar de roupas ou de posar: Vitória tinha prazer em criar uma imagem, interpretar e estar diante da câmera.

Hoje, aos cinco anos, Maria Vitória Lima Soares, conhecida como Vitória Soares, vive em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, e começa a transformar essa espontaneidade em um caminho dentro da moda e do universo digital. Ela se descreve como uma criança alegre e inteligente, apaixonada por fotografar, gravar vídeos, dançar e viajar. Não é uma personalidade construída para a internet. É justamente esse repertório de interesses, ainda profundamente ligado à infância, que começa a definir a maneira como aparece nas redes.

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Foi Cintia quem decidiu criar um perfil para a filha. A inspiração, segundo a própria Vitória, também vem da mãe. Essa presença não aparece apenas como administração de uma conta ou organização de compromissos. Ela ocupa um lugar emocional na história. Quando Vitória fala sobre aquilo que ajuda a preservar sua autenticidade nas redes, a resposta volta a Cintia. Quando fala sobre o que a move diariamente, amplia o círculo: é a família que ela ama.

Existe algo particularmente significativo nessa estrutura. Aos cinco anos, uma carreira não pode ocupar o lugar da infância; precisa caber dentro dela. E a história de Vitória, neste momento, conserva exatamente essa proporção.

O book que transformou brincadeira em possibilidade

Toda trajetória tem um instante em que aquilo que parecia apenas curiosidade ganha outra dimensão. Para Vitória, esse momento chegou quando realizou seu book fotográfico.

“Quando eu fiz meu book, eu amei”, contou ela na entrevista conduzida por sua mãe.

A frase tem a simplicidade própria da idade, mas revela bastante. Estar diante das câmeras não apareceu como imposição ou obrigação. Foi uma experiência de que ela gostou. O prazer em fotografar, já presente em sua personalidade, encontrou ali uma linguagem mais profissional e abriu espaço para um desejo maior: construir uma carreira.

Vitória define seu conteúdo como voltado ao universo de modelo kids. Na hora de escolher o que publicar, porém, a inspiração do momento continua tendo espaço. Essa combinação entre intenção profissional e espontaneidade é especialmente valiosa numa fase em que sua imagem ainda está sendo descoberta, não cristalizada. Ela não precisa saber aos cinco anos exatamente qual mulher pretende ser. Precisa ter liberdade para experimentar aquilo que gosta hoje.

Seu sonho profissional é objetivo: ser modelo e artista. Para os próximos anos, Vitória também diz querer crescer e realizar vários trabalhos. Não há motivo para diminuir a ambição de uma criança quando ela nasce de um interesse genuíno; o cuidado está em não transformar sonho em cobrança. No caso de Vitória, a narrativa apresentada por Cintia é de entusiasmo, acompanhamento e expectativa por oportunidades que façam sentido.



Por enquanto, ela própria reconhece estar à procura de suas primeiras grandes conquistas. Não existe tentativa de antecipar um currículo que ainda será construído. E isso torna sua história mais interessante. O sucesso não precisa ser falsificado no primeiro capítulo para que um começo tenha valor.

Uma menina que gosta de brincar — e leva a escola a sério

Há uma informação na entrevista que desloca Vitória da imagem previsível de uma pequena modelo e revela algo muito mais completo sobre ela. Quando perguntada sobre algo que poucas pessoas sabem a seu respeito, Vitória fala primeiro que gosta muito de brincar e estudar. Em seguida, conta que costuma dizer à mãe que a escola é muito importante.

Esse detalhe importa.

Moda, fotografia e influência fazem parte de uma dimensão pública que começa a surgir em sua vida. A escola, as brincadeiras, a família e as experiências próprias da idade constituem a vida que existe antes e além da câmera. Uma infância preservada não reduz as possibilidades de uma carreira; fornece a ela uma base mais saudável e uma identidade mais rica.

Vitória também demonstra uma tranquilidade incomum ao falar sobre críticas. Sua posição, expressa com a simplicidade de quem ainda não aprendeu a complicar o essencial, é de que cada pessoa tem seu próprio pensamento. O comentário revela uma segurança que, se continuar acompanhada da proteção adulta necessária, poderá ajudá-la em um ambiente onde exposição e julgamento frequentemente chegam juntos.

Sua relação com o mundo, entretanto, parece ser definida muito mais pela curiosidade do que pelo medo.

Uma das lembranças mais marcantes de Vitória nasceu justamente de uma experiência em que sentiu medo: andar a cavalo. Ela conta que ficou muito assustada e que aquele episódio permaneceu em sua memória. Existe uma delicadeza bonita nessa lembrança. Crianças constroem coragem dessa maneira — não pela ausência de receio, mas pela experiência de atravessar aquilo que parece enorme quando o mundo ainda é novo.

A carreira que começa com esperança

Quando fala sobre marcas, Vitória demonstra abertura para novos trabalhos. Sua parceria mais especial neste momento, segundo a entrevista, é justamente com a ELLITE, dentro deste início de aproximação com o universo editorial. Mais revelador, porém, é o modo como ela deseja ser compreendida por quem vier a trabalhar ao seu lado: como uma menina “de bem com a vida”, que adora conversar e brincar.

Essa declaração deveria permanecer como uma espécie de princípio para tudo o que vier depois.

Porque existe uma diferença fundamental entre uma criança que trabalha com imagem e uma infância transformada inteiramente em trabalho. Vitória ainda gosta de brincar, estudar, dançar, viajar, conversar e descobrir. Seu potencial diante das câmeras deve crescer sem substituir essas experiências.

O impacto que ela deseja deixar em quem a acompanha também revela a dimensão que o sonho assumiu em seu imaginário: Vitória quer que as pessoas não percam a esperança e corram atrás de seus objetivos.

Foto: Arquivo pessoal

A frase ganha força justamente porque vem de alguém que está começando.

Ela ainda não chegou ao destino que imagina. Ainda procura oportunidades, campanhas e trabalhos capazes de desenvolver sua experiência. O sucesso, aqui, não está sendo contado como ponto de chegada, mas como disposição para caminhar. Há uma mãe que percebeu uma inclinação da filha, uma menina que encontrou prazer no primeiro book, um sonho declarado de ser modelo e artista e uma vida inteira disponível para descobrir o que esse desejo pode se tornar.

Capa premium

Aos cinco anos, Vitória Soares não precisa ter uma carreira pronta. O que ela já possui é mais importante para este momento: vontade, alegria, apoio familiar e prazer genuíno diante das possibilidades que começam a aparecer.

A menina que um dia experimentava os sapatos da mãe agora começa a dar seus próprios passos. Eles ainda são pequenos, como devem ser. Mas já apontam para uma direção escolhida com entusiasmo: crescer sem deixar de brincar, conquistar sem deixar de aprender e permanecer reconhecível para si mesma enquanto o mundo começa, pouco a pouco, a reconhecê-la.

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